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ToggleA Infraestrutura Superando Desafios por Meio da Inovação
A infraestrutura brasileira está passando por um processo de modernização tecnológica acelerada.
Na Kartado, participamos recentemente de vários eventos e visitas à clientes, que evidenciaram que essa modernização não ocorre de forma isolada, mas através de uma abordagem sistêmica que integra inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT), automação avançada, novos modelos de negócio e novos marcos regulatórios.
As discussões revelaram tendências consolidadas que definirão os investimentos e políticas públicas dos próximos anos.
É uma transformação caracterizada pela transição de sistemas analógicos para plataformas digitais integradas, implementação de protocolos de comunicação padronizados e adoção de metodologias de gestão baseadas em dados.
Nesse futuro, energia, mobilidade e saneamento convergem para um futuro digital, sustentável e inclusivo.
Quatro pilares fundamentais sustentam essa revolução:
- A digitalização com muito foco em aproveitar os dados para melhorar experiências e resultados sendo a inteligência artificial uma grande protagonista;
- A sustentabilidade com metas ambiciosas de descarbonização e a universalização de sistemas de água, esgoto e energia para a população;
- A eficiência logística proporcionando maior competitividade do Brasil no mercado internacional, principalmente no que tange a exportações de produções agrícolas;
- E a experiência centrada no usuário como norte estratégico, abordando muito temas relacionados a conectividade, segurança e transparência.
Essa convergência é o resultado de uma necessidade urgente de modernização diante dos desafios climáticos, demográficos e econômicos que o país enfrenta.
A infraestrutura é pilar fundamental para garantir avanços socioeconômicos perenes e sustentáveis para o país e a demanda por investimento é muito maior do que o capital disponível no mercado.
Portanto, a inovação, a tecnologia e a regulação são essenciais para garantir os avanços necessários para que o Brasil mude seu patamar em termos de qualidade de vida e de competitividade internacional.
Fica evidente que estamos diante de um momento histórico: a transição de uma infraestrutura analógica e fragmentada para um ecossistema digital integrado, resiliente e sustentável.
Vivenciamos e participamos de algo que irá muito além de melhorias de eficiência operacional, mas que cria novas formas da população se relacionar com a infraestrutura e serviços essenciais, cria modelos de prestação de serviço, novos produtos e novas estruturas tarifárias.
Um Sistema Elétrico Mais Sustentável e Digital
Tanto o Energy Show, promovido pela vertical de energia da ACATE – Associação Catarinense de Tecnologia, quanto o SENDI trouxeram uma realidade extremamente relevante para o mundo e principalmente para o Brasil.
O consumo de energia tende a crescer muito no mundo e, no Brasil atualmente, consumimos 6 vezes menos do que países desenvolvidos. A eletrificação de produtos e serviços é uma tendência geral e demanda por crescimento da geração de energia no nosso país.
Em busca da sustentabilidade, os avanços do setor energético com relação a à transição energética, que ganha cada vez mais representatividade, foram amplamente abordados.
Muito se falou sobre a crescente representatividade da geração distribuída no país, principalmente sobre as fontes de energia fotovoltaica e eólica. Com isso, também demonstraram os desafios que essa mudança na matriz traz para a cadeia de distribuição e transmissão de energia e quais as soluções existentes e futuras.
Com a representatividade crescente da geração distribuída (GD) no sistema elétrico nacional, as discussões também passaram pelos BESS (Battery Energy Storage Systems) como soluções para garantir a estabilidade da rede. São soluções que ficam mais viáveis economicamente com os avanços da tecnologia e ampliação da demanda e do volume de aplicações práticas.
Além disso, avanços expressivos com relação à incentivos e novas tecnologias para tornar o biogás e o hidrogênio verde mais acessíveis no mercado brasileiro foram pautas relevantes e que mostraram ainda mais caminhos para alcançarmos metas de produção sem pecar nas metas de sustentabilidade.

O tema Smart Grids também apareceu com bastante evidência. Avanços dessa tecnologia, tanto em aspectos de representatividade no sistema elétrico, quanto em termos de inovação e melhorias tecnológicas, são vistos como fundamentais para superar os desafios relacionados à integração dos sistemas de distribuição.
Isso cria uma grande oportunidade para empresas que querem trazer digitalização, medição inteligente e automação avançada para suas rotinas e processos.
Ainda sobre tecnologias digitais, muitas iniciativas relacionadas a operação remota e automação de usinas foram citadas. Os ganhos de eficiência são enormes, pois aumentam expressivamente a disponibilidade de geração e dão opções mais robustas para a ONS garantir a disponibilidade de energia.
Está acontecendo uma mudança no modelo de operação e manutenção de usinas, principalmente as eólicas, dado que fornecedores dos equipamentos estão deixando de operar no Brasil. Isso traz desafios, mas também uma nova oportunidade para empresas e profissionais brasileiros a assumirem essa operação e manutenção.
Para quem já está fazendo isso, os focos são em monitorar os ativos por diversas formas, criando sistemas de gestão de ativos robustos com capacidade de atuar de forma preditiva na manutenção e, principalmente, nas paradas de geração.
Infraestrutura Rodoviária mais Conectada e Inteligente
Um dos gargalos econômicos do nosso país é a logística. Mais de 60% das cargas são transportadas por esse modal atualmente e nosso custo com transporte é praticamente o dobro de países desenvolvidos como os EUA.
Não à toa, observamos que os últimos anos as iniciativas de concessões de ativos rodoviários cresceram significativamente. Investimentos privados são a forma mais viável de destravar os avanços econômicos necessários para transformar nossa malha de transporte. Mas além disso, associar o uso de tecnologia com esses investimentos vai levar o Brasil para outro patamar.
As agências reguladoras, em especial a ANTT e a ARTESP – Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo, incentivaram muito a introdução de novas tecnologias nos contratos. Dentre eles, a implantação e aplicação do Sandbox regulatório, a inclusão de obrigações de sistemas digitais em contratos de concessão, o FreeFlow e os Recursos de Desenvolvimento tecnológico (RDTs).
Nesse contexto, diversos testes aconteceram nos últimos anos e resultados práticos estão aparecendo agora. Alguns deles foram apresentados no evento Rodovias do Futuro, promovido pela Melhores Rodovias do Brasil – ABCR.

Começamos com os sistemas de pesagem em movimento, os HS-WIM (High Speed Wheigh in motion), implementados inicialmente pelo Grupo EcoRodovias. Além de trazer mais conforto, agilidade e segurança para os motoristas, a fiscalização é muito mais eficiente.
Foram revelados que mais de 10% dos veículos pesados estavam trafegando com sobrepeso. Fruto da aplicação do sandbox regulatório, hoje os números já justificaram a implantação do sistema em outras concessões, principalmente nos contratos mais recentes.
O Grupo EPR implementou auditoria automatizada de qualidade do atendimento e vem trabalhando em modelos probabilísticos de prevenção de acidentes, demonstrando como a IA pode ser aplicada tanto na experiência do usuário quanto na segurança viária.
A Via Appia Concessões tem aplicado visão computacional no monitoramento do Rodoanel Norte, com detecção automática de eventos. Isso permite atuar tanto na prevenção e redução de acidentes, quanto na atuação mais rápida em ocorrências identificadas nos centros de controle de operações.
Já na Motiva, foram implementados avanços expressivos na experiência dos usuários. Começando com a automação em praças de pedágio e sistemas de arrecadação. Atualmente, existem praças de pedágio em que mais de 50% dos pagamentos são feitos por sistemas de autoatendimento.
Além disso, a Motiva implementou o CCO inteligente, onde além do uso de IA para detecção de eventos, integraram informações operacionais de todas as unidades de negócio do Grupo, informações de aplicativos de mobilidade como o Waze e informações climáticas, aumentando expressivamente sua capacidade de tomar conhecimento de ocorrências reportadas por usuários ou mesmo detectadas automaticamente por variações em imagens ou variações climáticas.
Tudo isso permite intervir com muito mais celeridade, eficiência e assertividade nas ocorrências da rodovia, mas também permite entregar uma experiência muito melhor aos motoristas, que tem acesso a informações em tempo real, conseguem planejar melhor sua viagem e reduzem o tempo do trajeto.
A Motiva também foi uma das pioneiras na implementação dos sistemas Free Flow no país, que permitem o pagamento eletrônico sem necessidade de cancelas, facilitando o tráfego. Sistema que foi iniciado no trecho Rio-Santos da BR-101.
Hoje já é uma tecnologia prevista em boa parte dos novos contratos e editais de concessão, trazendo uma eficiência enorme a logística brasileira.
A Concessionária Nova Rota do Oeste, por meio de um RDT, está desenvolvendo um veículo equipado com sensores, GPS e câmeras especiais de alta resolução, capazes de coletar dados e captar imagens em 360º da rodovia para melhorar a gestão dos ativos da concessão.
Com o uso de machine learning, querem ensinar os computadores a identificarem problemas na rodovia e assim planejar os reparos com mais celeridade.
Além disso, todos os novos contratos preveem a implantação de sistemas digitais para gestão de obras, atividades de conservação e gestão dos ativos da concessão (SIR, SIGACO, SISATIVOS, SIGECON, etc).
São sistemas que armazenam dados de todas as atividades da concessão e que tem por objetivo de longo prazo, melhorar a produtividade e o planejamento de atividades, por meio de modelos de desempenho e melhor projeção de cenários de intervenção e investimento para garantir os parâmetros de qualidade das rodovias.
Todas essas tecnologias, sistemas e dados alimentam bases estruturais e, com o tempo, serão capazes de influenciar nas políticas de fiscalização, segurança e programas de manutenção preventiva das rodovias do país. A consequência disso são rodovias mais seguras, investimentos mais assertivos, manutenção mais barata, custos logísticos menores e melhor experiência para quem utiliza as rodovias no seu dia a dia.
Mobilidade Elétrica
Após falar das tendências do setor de energia e de rodovias, não podemos deixar de abordar a mobilidade elétrica, que ganhou contornos de política pública estruturante nos últimos anos.
Investimentos expressivos na infraestrutura de carregamento e o desenvolvimento de tecnologias de baterias avançadas deixou evidente que a eletrificação do transporte não é mais uma questão de “se”, mas sim de “quando” e “como” será implementada em escala nacional.
O crescimento da rede de recargas é expressivo, se aproximando da marca de 15.000 postos de recarga em 2025, segundo dados da ABVE, o que é um fator crucial para a adoção dos veículos. A rede de carregadores rápidos é a que mais cresce.
Foram quase 1000 novos postos de novembro de 2024 até fevereiro de 2025, crescimento de 60%, enquanto carregadores lentos cresceram apenas 17%. Ainda assim, a maior concentração destes postos está em grandes centros, o que desafia o uso em viagens de longa distância.
Outro aspecto relacionado a rede de recargas é a experiência dos usuários. A consolidação de aplicativos das redes de recarga, a evolução dos meios de pagamento e ferramentas para planejamento de rotas inteligentes trazem mais transparência e acessibilidade para os usuários, que ganham em praticidade para viajar com seus veículos elétricos e não ficarem sem energia para seguir viagem.
Além disso, observamos que os avanços tecnológicos e os volumes de produção permitiram a redução dos preços dos veículos e das baterias. É mais um incentivo à adoção desse tipo de transporte.
Por fim, em termos de segurança, observamos algumas discussões no âmbito de treinamentos e de novas tecnologias que protegem os motoristas e socorristas quanto a choques elétricos em casos de acidentes ou falhas dos veículos.
É um tema de extrema relevância para a mudança de cenário da mobilidade no mundo, pois exige uma profissionalização diferente da mão de obra e da conscientização dos motoristas.

A Universalização do Saneamento com Inovação e novas Oportunidades de Receita
Estamos observando o setor de saneamento em corrida contra o tempo para cumprir as metas do Novo Marco Legal: 99% de acesso à água e 90% de cobertura de esgoto até 2033.
Alcançar a meta exigirá uma grande colaboração entre setores público e privados, buscando políticas públicas que atraiam investimentos intensivos, bem como o uso de tecnologia para garantir a eficiência e adequada aplicação destes investimentos.

s Nesse sentido, observamos muitas discussões sobre as Parcerias Público Privadas (PPPs) e de que forma torná-las mais eficientes. Garantias para a correta execução dos contratos e cumprimento das metas são muito importantes para evitar situações que prejudiquem a população.
Ainda sobre isso, as fontes de financiamento para os próximos anos precisam superar muito à média histórica, ou seja, é muito relevante garantir atratividade e controle sobre estes financiamentos, principalmente considerando que os principais financiadores são CAIXA e BNDES.
No âmbito da tecnologia, sistemas para fiscalização e acompanhamento das obras e da aplicação dos investimentos estão muito em alta. Eles são fundamentais para garantir que os investimentos aplicados gerem os resultados esperados para o país.
Nesse sentido, tecnologias que digitalizam informações de campo e das obras, mantém o cadastro de ativos atualizado e geram indicadores de qualidade e atendimento aos prazos dos serviços executados estão ganhando muito espaço dentro das empresas de saneamento.
Outro ponto muito interessante foi o uso de drones e inteligência artificial para consolidar avanços da obra de forma mais eficiente. A tecnologia atual já permite criar gêmeos digitais e analisar imagens com precisão centimétrica e a partir disso, cruzar com as informações de projeto, registrando os avanços das obras.
Além disso, foram apresentadas soluções colaborativas, onde a população pode contribuir com as fiscalizações de obras e ser remunerada por isso, gerando incentivos corretos e economia para a gestão das obra.

Outro aspecto que evoluiu muito com as tecnologias digitais foi a gestão de ativos e gestão de perdas. Hoje o uso de sensores IoT, automação, análise de imagens de satélite inteligência artificial consegue otimizar rotinas de abastecimento e distribuição de águas, bem como reduzir perdas.
Soluções para detecção de vazamentos e monitoramento preditivo está mudando o jogo para as concessionárias, bem como soluções de automação dos níveis de água disponível nos reservatórios aumenta de forma significativa a capacidade operacional e a eficiência do setor.
Além da universalização, o setor não está deixando a sustentabilidade de lado. As ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) podem ser transformadas em centros de geração de energia limpa e produção de combustíveis avançados, como biometano, hidrogênio renovável e até mesmo combustíveis sustentáveis para aviação (SAF).
O reaproveitamento de lodo para produção de fertilizantes e biomassa exemplifica como a economia circular pode gerar receitas acessórias significativas. Em ambos os casos, ainda existem alguns aspectos regulatórios para permitir que tais inovações gerem receita para as companhias e, com os incentivos e monitoramentos corretos, sejam colocadas em prática.
E por fim, em busca de combater o crescente risco de escassez hídrica, a dessalinização ganhou relevância estratégica. Inovações e análises de viabilidade econômico-financeira foram apresentadas e mostram que essa solução fica cada vez mais atrativa para o extenso litoral brasileiro.
O reuso de água com o Novo Marco regulatório também abriu oportunidades para modelos de negócios industriais inovadores, comercializando as águas das ETEs para indústrias e com isso ampliando a disponibilidade de água potável para o abastecimento público.

Transformações Regulatórias em busca dos Incentivos Corretos
Todos os setores apresentaram mudanças regulatórias profundas que refletem a necessidade de adaptar marcos legais à realidade tecnológica e aos desafios contemporâneos.
É visível que os contratos de PPPs e concessões precisam ser ajustados para garantir incentivos para aumento de eficiência e de disponibilidade dos serviços essenciais, de forma metrificável e transparente para a população.
No setor de energia, a expansão do mercado livre, o desenvolvimento de tarifas dinâmicas e as melhorias na regulação da geração distribuída estão criando um ambiente mais competitivo e eficiente.
Além disso, a crescente demanda por energia e a mobilidade elétrica criam oportunidades significativas para armazenamento, para sistemas off grid e em termos de segurança que precisarão ser consideradas pela regulação, gerando disponibilidade e confiança para os consumidores.
As rodovias estão evoluindo para contratos de concessão mais inteligentes que incorporam tecnologia, melhoram a experiência e a segurança dos motoristas e incentivam a inovação e a sustentabilidade.
Enquanto isso, trabalhos intensos para alcançar as metas do Novo Marco Legal do Saneamento. Além da busca por atingir os indicadores ambiciosos de universalização, observamos que o número de oportunidades de receitas acessórias cresce significativamente.
A regulação está acompanhando os temas e tem papel importante para garantir um ambiente de negócios mais atrativo para investimentos nacionais e internacionais.
Agilidade e Colaboração é o que Precisamos para Proporcionar os Avanços Necessários para o nosso País
O que ficou mais claro em tudo o que vimos nos últimos meses é que os avanços da tecnologia são cada vez mais presentes no setor de infraestrutura, bem como são mais ágeis e geram mais impacto na rotina de quem trabalha no setor.
Buscar o estado da arte em aspectos tecnológicos é o que permitirá o Brasil manter ou aumentar a competitividade em comparação ao mundo e, consequentemente, proporcionar condições socioeconômicas mais favoráveis para quem mora aqui.
Também ficou muito visível que a colaboração é fundamental para garantir esses avanços tecnológicos. Cada ente do ecossistema precisa ser responsável com suas entregas, mas precisa consultar e colaborar com os demais a fim de acompanhar todas as novidades nos campos de tecnologia e conhecimentos existentes no setor de infraestrutura.
A regulação precisa criar flexibilidade nos modelos de contratação e de formatação de parcerias público privadas, gerando incentivos certos para o setor privado adotar tecnologias que trarão eficiência e melhores experiências para a população.
Quem administra a infraestrutura precisa se permitir inovar, nos fundamentos, na redução de burocracias, na experiência de quem usa seus serviços. Precisa principalmente reconhecer o tamanho da responsabilidade que seus serviços têm e o impacto que geram na evolução do país.
Além disso, o ambiente e a cultura das empresas precisa incentivas que colaboradores busquem soluções no mercado. O que faz a diferença são parcerias e contratação de novas tecnologias e relacionamento com startups ou empresas de base tecnológica com propósitos direcionados para resolver dores setoriais.
A colaboração entre os fornecedores de tecnologia também é fundamental, visando a entrega de soluções mais completas e robustas, que gerem segurança para quem está aderindo. Manter-se atualizado e buscando a melhoria contínua não é apenas um diferencial, mas sim uma necessidade para se manter no mercado.
Por fim, a população vai surfar uma onda muito positiva e com novidades que deixaram sua vida mais fácil, segura e saudável, porém precisará reconhecer o seu papel em termos de fiscalização, contribuição financeira e intelectual, mentalidade ética e sustentável.
O sucesso dependerá da capacidade de manter o ritmo de inovação, adaptação da regulação, na garantia do cumprimento dos contratos e na atração de investimentos para o país.
Veremos nos próximos anos uma Infraestrutura caracterizada pela integração sistêmica, sustentabilidade e focada em gerar uma vida melhor para os brasileiros. A infraestrutura será um dos principais motores da transformação social e ambiental do país. O futuro é digital, sustentável e inclusivo e está mais perto do que nunca.
Este artigo foi elaborado com base na cobertura dos eventos Energy Show 2025, SENDI 2025, Rodovias do Futuro e FITABES 2025 e de visitas técnicas realizadas pela Kartado Tecnologia em clientes, refletindo as principais tendências e inovações apresentadas pelos líderes setoriais. Além disso, também consultou a página da Agência Infra e páginas dos próprios eventos.
Pedro é fundador da Kartado e lidera o desenvolvimento de uma das principais plataformas de gestão de ativos de infraestrutura do Brasil. Com formação em engenharia eletrônica e experiência em empreendedorismo, finanças e liderança, atua na definição estratégica e na inovação contínua da empresa.


